Djerba, uma ilha próxima à costa da Tunísia, é conhecida pelas praias mediterrâneas e pelas cidades desérticas com casas caiadas influenciadas pelas culturas berbere, árabe, judaica e africana. Houmt Souk é a principal cidade, famosa pelos mercados de artesanato, pelo porto de pesca e pela fortaleza do século XVI, Borj el Kebir. Ao sul, fica a sinagoga El Ghriba, um local de peregrinação para judeus norte-africanos
Quando se pensa em na Tunísia, muito provavelmente praia não é a primeira imagem que vem à cabeça da maioria das pessoas. Antes disso, é mais fácil imaginar a cultura árabe, muçulmanos, muita história, deserto e até camelos. Mas, encontramos um mar azul do Mar Mediterrâneo, principalmente na ilha de Djerba, que possui algumas das melhores praias do Norte da África, com águas quentes. E foi justamente este destino que escolhemos para relaxar e aproveitar o calor excessivo para as nossas ferias de 2021, a viagem a este país interessantíssimo e relativamente ainda pouco turístico.

O Deserto do Saara é conhecido por ser o maior deserto quente do mundo. Nesta altura com 47 graus. Oficialmente, é o terceiro maior deserto da Terra, logo após a Antártida e o Ártico, pois estas duas também são consideradas desertos. Localizado no Norte da África, tem uma área total de 9 065 000 km². O nome Saara é uma transformação da palavra árabe صحراء, que por sua vez é a tradução da palavra tuareguetenere (deserto). O deserto do Saara compreende parte dos seguintes países e territórios: Argélia, Chade, Egito, Líbia, Mali, Mauritânia, Marrocos, Níger, Saara Ocidental, Sudão e Tunísia. Atualmente vivem cerca de 2,5 milhões de pessoas na região do Saara.[


Matmata (em árabe: مطماطة) é uma aldeia berbere do sul da Tunísia, famosa pelas suas tradicionais casas trogloditas escavadas na rocha, muitas delas ainda em uso. A aldeia encontra-se a 40 km a sudoeste de Gabès, a capital provincial. Alcandorada no flanco da montanha, a 600 m de altitude, em 2004 tinha cerca de 1 800 habitantes.[
As casas trogloditas típicas da aldeia são construídas escavando uma uma caverna numa encosta ou uma grande cova circular (ou poço) no solo. Neste último caso, são escavadas salas em volta do perímetros inferior do poço. Algumas das casas maiores têm vários covas, ligadas por uma espécie de trincheiras.[nt
Situados ao sul do Chott el Jerid, nos contrafortes do maciço Dahar, os montes de Matmata dominam a vasta planície de Djeffara e constituem uma cuesta com 515 metros de altura que foi separada de rochas calcárias e margasdo Cretáceo Superior e Médio por diversos uádis.

Ficamos uma semana em Djerba no mês de Agosto de 2021, verão no hemisfério Norte, com temperaturas bem quentes neste país de clima desértico, com temperaturas entre os 37 graus na ilha e os 47 graus no deserto, numa viagem à Tunísia de oito dias no total, e o tour no Deserto do Saara. A Tunísia tem a vantagem de ser uma país de baixo custo, além da facilidade de estar bem perto da Europa, recebe muitos turistas do continente, e há boas opções de voos baratos, viajamos pela TAP, e ficamos hospedados no Iberostar Mehiad. Hotel fantástico junto na linchado mar com praia privativa, areias límpidas e um mar transparente de verde esmeralda com água 27 graus. Fantástico sou fã de águas quentes.
E, claro, não só em praias se resume uma viagem a Djerba. Muita cultura e história também estão presentes em construções e atrações desta ilha que no passado já foi dominada por vários povos, como berberes, cartagineses, romanos, vândalos, bizantinos, árabes e franceses. Apesar da maioria da população ser de religião islâmica, como se pode ver em mesquitas, mercados e na Medina de Houmt Souk, também há uma importante comunidade judaica, e a bonita Sinagoga de la Ghriba é um ponto que vale a visita. Djerba reúne um pouco das principais coisas que a Tunísia oferece ao viajante e ainda tem algumas características únicas. Se praia for uma das prioridades na viagem, é um destino que precisa fazer parte do roteiro pelo país. É garantia de mar calmo, água cristalina e quente e, de quebra, ótima refeições com frutos do mar, e saborear uma gastronomia árabe.

Para circular na ilha, há os chamados “louages”, vans compartihadas que fazem a ligação entre os principais bairros ou vilas. Mas para nós turistas vale bem a pena alugar um táxi, que tem preços baixos e é bem mais conveniente e mais rápido para ir a diferentes praias ou outras atrações de Djerba. Por exemplo, um táxi da zona turística na praia de Sidi Mahrez, onde fica a maioria dos hotéis, até a “capital” Houmt Souk, uma distância entre 15 km e 20 km, custa em média 15 dinars tunisianos (5 euros), e para o aeroporto, a 30 km, sai por 20 dinars (6,50 euros). Nunca é demais lembrar para ter atenção com os valores e negociar antes para evitar “golpes”. Fiz amizades com os funcionários do hotel, por Ventura muito simpáticos e sempre prontos ajudar.

A maioria dos hotéis de Djerba ficam localizados na parte nordeste na ilha, ao longo da costa, na zona turística da praia de Sidi Mahrez. Ficamos hospedados no Iberostar Mehari, um bom hotel 4 estrelas, tudo incluido, com excelente buffet de café da manhã incluído, com uma vantagem os produtos do pequeno almoço são refeições dá Tunisia o que nos permite experimentar uma variedade de sabores, tendo feito a reserva apenas uma semana antes e viajando na época alta. O Hotel tem uma arquitetura tipicamente árabe, mas tem boa estrutura, com duas piscinas, spa, o bares e três restaurantes, restaurante, bom quarto e amplo espaço. Ficamos e aproveitamos o hotel, aproveitamos bem a piscina e o bar, com direito a muita cerveja e shisha (narguilé, que é um vício tradicional nos países árabes). Pelas facilidade de tudo incluido, é mais um exemplo de que a Tunísia é um país de baixo custo para se viajar. O hotel é exatamente pé na areia e tem praia privativa.

A praia de Sidi Mahrez é a principal e mais extensa de Djerba, onde estão localizados a maioria dos hotéis e resorts, na parte nordeste da ilha. Por ser a zona mais turística, lá estão espalhados na areia cadeiras, espreguiçadeiras e guarda-sóis de palha, boa estrutura da rede hoteleira e restaurantes, além de atividades de lazer, como caiaque e parasailing. Tem quase tudo que um destino popular de férias de verão pode oferecer ao turista, incluindo até alguns vendedores insistentes (mas nem tantos assim), porém, com menos pessoas Devido ao covid a praia não estava lotada. e algumas peculiaridades, entre elas, a presença de camelos e cavalos à disposição para um passeio (para os turistas alugarem) e a falta de cerveja nos bares (é proibido a venda e consumo de bebida alcóolica nas praias do país). A cor da água do mar é bem bonita, mais para verde do que azul na verdade, mas a beleza pode ser prejudicada pelo excesso de algas marinhas escuras em determinadas épocas.

Entre as outras praias de Djerba, seguindo recomendações locais de qual seria a melhor, fomos até a La Seguia, conhecida também como Lagune, na parte leste da ilha. Foi um tour de camelo fizemos 3h30. O fim da tarde, para pudermos observar o pôr do sol. A praia é relativamente pequena, mar também esverdeado e um restaurante, mas mais isolada, com algum movimento de moradores locais.
Compras
Para quem não quer somente praia, Djerba tem outras atrações interessantes. Nós conhecemos algumas no último dia. A principal delas é Houmt Souk, considerada a capital da ilha, mas que na verdade está mais para um bairro, o centro histórico, ou a Medina. Lá, em um labirinto de pequenas ruas com construções de arquitetura típica, casinhas brancas com portas, janelas e varandas azuis, estão os tradicionais souks (mercados) árabes que vendem de tudo, incluindo roupas, artesanato, jóias, especiarias, souvenirs, etc… Além disso, há mesquitas e outros elementos da cultura islâmica, museus, lojas e restaurantes, com certo movimento no fim da tarde e início da noite, principalmente entre a Place Algerie e a Marina. Rodamos um pouco pela área e paramos para tomar um café e um chá, antes de ir para o aeroporto.
Alugamos um táxi por 4h preço combinado previamente que nos levou do hotel até Houmt Souk para passar antes e nos esperar na Sinagoga de la Ghriba, templo símbolo dos judeus que vivem há milhares de anos em Djerba. Lembrando que a Tunísia é um país muçulmano, e esta é uma das últimas comunidades judias que ainda existem no mundo árabe. A parte interna da sinagoga, que sofreu um atentado terrorista em 2002 e depois foi reformada, é bem bonita, com as paredes e arcos nas cores azul e branco, cheia de detalhes e azulejos com mosaicos desenhados. Entre as demais atrações de Djerba que não tivemos tempo de visitar, o destaque é vila histórica de Guellala, onde há produção de objetos de cerâmica. Outros lugares incluem o Djerba Explore e seus jacarés, o mercado de Midoun, o forte Borj El Kebir, várias mesquitas, parque aquático, passeios de barco.
COMER E BEBER:


IMPERDÍVEL:
– A praia mais bonita de Djerba é a Ras R’mal, ou Ilha dos Flamingos Roses, que pode ser conhecida em um passeio de barco.
– Além de belas praias, Djerba conta com outros atrativos interessantes, como a Medina de Houmt Souk e a Sinagoga de la Ghriba.
– Aproveitando os preços baixos da Tunísia, vale a pena ficar em um hotel bem perto da praia e com boa estrutura, piscina, bar.





































































